Título: "Pastas alimentícias para Killis"

Autor: José Ramón Tauste Carrión, SEC-86

INTRODUÇÃO:

A alimentação de nossos peixes é possivelmente, junto com a qualidade da água, um dos aspectos que mais nos preocupa no dia a dia de nosso hobby. Pôr ao seu dispor tudo aquilo que é necessário para que se encontrem adequadamente alimentados, leva-nos a recorrer a uma ampla gama de elementos passivos de serem utilizados como alimentação. Em definitivo, procuramos que nossos peixes estejam sempre melhor alimentados que nos seja possível.

Mas, qual critério usamos para decidir que alimento servir a nossos killis?, que alimentos são os mais adequados?, será o mesmo alimento para alevinos que usaremos para os reprodutores?, realmente sabemos o que precisam usar como alimento?, um mesmo alimento é adequado em qualquer momento da vida do peixe?, realmente assimilam o alimento que lhes servirmos e que observamos engolirem com a voracidade que é comumente característico aos killis?... , estas e mil dúvidas mais surgem, a ponto de pararmos para refletir sobre o tema.

Embora em aqüicultura industrial, tenha se pesquisado muito em matéria de nutrição de peixes para consumo humano, infelizmente, eu ao menos ignoro, pouco se sabe sobre necessidades nutritivas, digestibilidade, absorção de nutrientes, etc. , em peixes ornamentais e/ou de aquariofilia. Em definitivo, decidimos como alimentar a nossos peixes ajudados por nossa experiência e sobre tudo, na experiência dos que nos precederam em nosso hobby; dos que não possuam dúvidas é de quem mais aprendemos. Em qualquer caso devemos ter sempre muito presente, que por muito boa que seja a dieta que servimos aos peixes, nunca satisfará as necessidades da mesma forma e com o mesmo equilíbrio que o peixe consegue alimentando-se no meio natural.

O ideal seria, dada uma determinada espécie de killifishes, conhecer quais são suas peculiaridades alimentares no meio natural; qual é a natureza de seu alimento (animal, vegetal e inclusive mineral)?, como variada é nas diferentes estações do ano?, quais são seus ritmos alimentares (come mas e/ou melhor de dia que de noite, ou a que horas prefere comer)?, ... etc., e indo mas longe conhecer a resposta a estas ou outras perguntas, tendo em conta as distintas etapas de seu desenvolvimento, desde que nascem até o estado adulto e durante seu período reprodutivo. Se tivéssemos estas respostas teríamos que começar a nos fazermos outras: quais são os nutrientes (proteínas, gorduras, vitaminas, minerais, etc.) contidos nos ingredientes que consome o peixe no meio natural, como os que estão contidos nos alimentos que se encontram a nossa disposição. Com toda esta informação em nosso poder, estaríamos preparados para decidir o que, quanto e quando servir o melhor alimento a nossos peixes. Mas insisto que isto seria o ideal, entretanto nesse momento é realmente uma utopia, melhor sermos realistas e na medida de nossas possibilidades façamos as coisas da melhor maneira possível.

HABITUALMENTE COM O QUE ALIMENTAMOS OS KILLIS?

Se fizéssemos esta pergunta a cada aficionado, as respostas seriam muito parecidas, entretanto não teríamos duas iguais.

Sem entrar em detalhes, pois não é o objeto deste trabalho, na prática utilizamos basicamente alimento vivo (infusórios, náuplios e artêmias adulta, larvas de diferentes espécies, etc.), alimento congelado procedente de alimentação viva, ingredientes de origem animal ou vegetal que venham ser bem aceitos por certas espécies (coração triturado, fígado de aves, espinafre triturado, etc.), inclusive alimento desidratado (em pó, escamas, granulado, etc.). Com isto, mais experiência e paciência, conseguiremos certamente reproduzir mais adiante, espécies em nossa criação.

Uma alternativa, que permite complementar os alimentos que habitualmente oferecemos aos killis, é a utilização de Pastas Alimentícias.

Em nenhum caso estas pastas pretendem substituir aqueles alimentos, que a experiência nos demonstra, embora de forma empírica, que além de serem adequados são também indispensáveis para o êxito na manutenção de espécies em nossos aquários.

O QUE SE ENTENDE POR UMA PASTA ALIMENTÍCIA?

Deste ponto em diante, proponho que entendamos como pasta, uma mistura homogênea de diferentes ingredientes de origem animal e/ou vegetal, às quais podemos acrescentar, além disso, complexos vitamínicos, minerais ou medicamentos.

Uma vez realizada a mistura e dado o perecível de seus ingredientes, como correto devem conservar-se a temperatura de refrigeração (de 0º a 5ºC), sendo inclusive necessária a conservação a temperaturas de congelamento (de -12ºC a -18ºC) se quisermos que se conservem adequadamente durante um longo período de tempo (obs: mais de três meses).

POR QUE PODEM SER INTERESSANTES AS PASTAS?

São uma forma fácil de pôr a disposição dos peixes, além dos nutrientes habituais, proteínas, gorduras, etc. , outros como determinadas vitaminas, minerais, aminoácidos, ácidos gordurosos, oligoelementos, bem se incorporam aos ingredientes que compõem a mistura, ou por que são incorporados em forma de preparados para uso alimentar animal, à mistura, não se encontram em suficiente quantidade nos alimentos tradicionais que costumamos servir aos killis.

Também servem de veículo para administrar medicamentos que devem ser ingeridos pelo peixe para que sejam realmente eficazes.

QUAIS INCONVENIENTES PODEM EXISTIR?

Embora exista espécies que tomam a pasta no primeiro momento, na maioria dos casos é preciso uma adaptação prévia a mesma. Assim é aconselhável, com o fim de evitar alterações da água por restos não consumidos, "nuvens tóxicas", etc. servir pequenas quantidades de inicio, para logo ir aumentando as quantidades até o ponto em que observamos os peixes ficarem alimentados e não existir restos poluentes.

Portanto, acredito que este é o principal inconveniente, merecendo ressaltar suas vantagens. Em qualquer caso se as pastas forem elaboradas e conservadas adequadamente e sobre tudo, como já mencionei, forem administradas de forma paulatina, estes inconvenientes serão superados.

QUAIS INGREDIENTES PODEMOS UTILIZAR?

Em princípio qualquer ingrediente pode ser valido, mas neste trabalho me limitarei a comentar aqueles que por sua utilização tradicional, conhecida composição e facilidade de aquisição, podem resultar de interesse para elaborar nossas pastas.

Pessoalmente, dos que na tabela seguinte detalho, prefiro alguns em particular, mas reconheço que outros que não estou acostumado a utilizar muito (fígado de frango, lula, cebola, banana), pelos nutrientes que possuem, dão bons resultados e por isso os incluo.

VALOR NUTRITIVO (*)

INGREDIENTES ÚTEIS PARA ELABORAR PASTAS ALIMENTÍCIAS PARA PEIXES DE ÁGUA DOCE

PROTEÍNA

GORDURA

FIBRA

ÁGUA

CORAÇÃO BOVINO (ou carne magra bovina)

15,40

7,10

0,00

76,00

FÍGADO DE FRANGO

20,80

4,00

0,00

70,70

OVO INTEIRO

12,50

11,10

0,00

76,40

GEMA DE OVO

16,40

30,10

0,00

52,00

CLARA DE OVO

10,40

0,30

0,00

87,70

LEITE EM PÓ

26,00

26,00

0,00

10,00

MEXILHÃO

10,80

1,90

0,00

85,40

LULAS

17,00

1,30

0,00

81,20

CAMARÃO

26,50

1,60

0,00

63,70

CAMARÃO-ROSA

20,10

1,40

0,00

78,50

SARDINHAS (ou qualquer pescado azul)

18,10

7,50

0,00

73,10

MERLUZA (ou qualquer pescado branco)

15,90

2,80

0,00

80,50

AZEITE DE SALMÃO (cápsulas dietéticas)

26,00

65,00

0,00

0,50

SPIRULINA (pó dietético)

65,00

7,00

9,00

5,00

ALHO

5,30

0,30

1,10

70,30

CEBOLA

1,40

0,20

1,27

92,20

CENOURA

0,90

0,20

1,27

88,70

ERVILHAS

5,30

0,40

7,80

76,50

FEIJÃO VERDE (vagem e semente)

2,30

0,20

2,53

89,60

ESPINAFRE

2,60

0,30

2,26

89,60

ALFACE (parte verde)

1,50

0,30

1,07

95,30

BANANA

1,20

0,30

1,92

75,10

(*) Quantidade em nutrientes: grs. por 100 grs. de porção comestível

Origem dos dados Instituto Nacional de Nutrição, CSIC. e outros.

Com o fim sintetizar o mais possível e contribuir com dados eminentemente práticos, não entrarei em detalhes a respeito de cada um dos ingredientes da tabela. Só mencionar que determinados ingredientes além de contribuir com nutrientes convencionais, proteínas, gorduras e fibra, são especiais por:

· Facilitar a emulsão das gorduras, (ovo inteiro, clara de ovo, lula)

· Contribuir com determinados ácidos gordurosos essenciais (pescado azul, azeite de salmão).

· Contribuir com aminoácidos de alto valor biológico (spirulina, ervilha, feijão verde)

· Propriedades antioxidantes (cebola)

· Alto teor em fibra (espinafre)

· Pigmentos (cenoura)

· Minerais de alto valor biológico como potássio (banana)

Até recentemente utilizava azeite de oliva, mas cheguei à conclusão que os azeites de origem pesqueira são mais adequados.

Acrescentar complexos vitamínicos e sobre tudo vitaminas C e E, pode ser útil em geral e no caso da vitamina C por seu importante efeito antioxidante e imunoestimulante (previne o surgimento de enfermidades) e no caso da vitamina E por sua implicação nos processos de reprodução (estimulante da postura). Não obstante, só se administra a massa recém elaborada ou recém descongelada (depois de um adequado congelamento e descongelamento), suas propriedades se manterão, em caso contrário as vitaminas se desnaturalizam e resultam ineficazes.

No caso da vitamina E, não é aconselhável seu abuso, a sobredosagem pode ocasionar efeitos perniciosos no sistema reprodutor. Por isso é aconselhável acrescentá-la só naqueles casos em que ocorram problemas de falta de postura, devido a uma carência desta vitamina. Pelo resto os azeites de pescado e o ovo, fornecerão suficientes quantidades desta vitamina à dieta.

Analogamente os medicamentos só se incorporam às pastas dentro de determinadas condições e tendo em conta a composição da mesma. Em geral não administrar medicamentos em pastas que levem leite em pó, pois é possível que determinados componentes da mesma interatuem com o medicamento fazendo que suas propriedades terapêuticas diminuam. O conselho de um Veterinário e a leitura detida das bulas dos preparados medicamentosos nos orientarão.

COMO SE PREPARA UMA PASTA?

Uma vez escolhidos os ingredientes a utilizar só resta prepará-los para podermos realizar uma adequada mistura e/ou massa homogênea.

Antes de começar devemos providenciar: faca afiada e multiprocessador p/carnes, batedeira e/ou amasadora, caçarolas para cozinhar ou escaldar os ingredientes que o precisem e recipientes tanto para realizar a mescla como para, posteriormente, armazenar e congelar a pasta.

· O coração e/ou a carne bovina será limpa de todo resto de gordura e elementos que não sejam massa muscular. Pica-se (multiprocessador) até conseguir uma textura como a de um purê de batatas. A natureza da fibra muscular de mamífero não faz necessário a confecção da pasta.

· Quando se pretender utilizar fígado de qualquer espécie devemos submete-lo ao mesmo processo que mais abaixo é descrito para os vegetais.

· O ovo pode e é aconselhável acrescentá-lo sem cozinhar. Só se for um componente majoritário (ver formula H) deve ser cozido. Não obstante se a mistura não incorporar azeite de pescado pode incorporar-se cozido.

· Os produtos da pesca se submeterão a cozimento durante um máximo de cinco minutos, desta maneira conseguiremos uma coagulação de suas proteínas que neste estado serão mais fáceis de misturar com o resto dos ingredientes.

· Os vegetais, exceto o alho e a cebola, convém escaldá-los, isto é, quando a água deste cozimento estiver fervendo, tornam-se (espinafre, ervilha, etc.) e passados dez segundos se retiram da água. Têm que se escorrer bem (espremer) antes de serem triturados.

· O resto de ingredientes mencionados se incorporam tal qual, sem nenhuma manipulação prévia, sobre tudo o leite em pó, o azeite de salmão e a spirulina.

PROCEDIMENTO SEGUINTE:

· Uma vez preparados, cozidos e/ou escaldados e picados cada grupo de ingredientes (carnes, pescados e vegetais) por separado, mistura-se em uma batedeira com a ajuda de uma colher grande ou paleta até conseguir uma massa homogênea.

· Terminado o processo anterior, teremos uma massa de consistência similar aos mingaus que se dá aos bebês. Se existir excessivo líquido, mas de 1 cm de altura, este deve ser eliminado. A origem deste fluido é devido ser as verduras constituídas em sua maioria de água, portanto não existe uma significativa perda de nutrientes. Feito isto é o momento de acrescentar, segundo a fórmula de que se trate, o resto dos componentes: ovo inteiro, clara, gema, leite em pó, spirulina, azeite de fígado de salmão (no caso em que esteja em forma de cápsulas, deverão ser abertas).

· Misturar tudo com a batedeira ou com uma amasadora até conseguir ligar todos os componentes. Um truque: acrescentar um grama de sal e o suco de meio limão facilita, não só esta operação, mas também sua posterior conservação, sendo, além disso, uma adequada forma de acrescentar vitamina C e Sódio.

· O passo seguinte é distribuir a pasta, já pronta, em recipientes para sua conservação (em refrigeração ou congelamento).

· Em refrigeração a pasta tem uma vida útil não superior a cinco dias, congelada dependerá da temperatura de congelamento e do armazenamento nestas condições. Se for congelada rapidamente a -18ºC e se mantida a esta temperatura como máximo, sua conservação é garantida por um período aproximado de três meses. O congelamento deverá ser rápido, a fim de evitar que se formem cristais de gelo no interior das células dos ingredientes de origem animal, em especial da carne e do pescado; estes cristais romperiam as paredes celulares e no momento do descongelamento liberariam o conteúdo das células causando a perda de seus nutrientes. Uma forma de conseguir um rápido congelamento é, além de dispor de um congelador que mantenha temperaturas abaixo de -18ºC, distribuir a massa em lâminas de menos de um centímetro de grossura, bem em recipientes adequados, ou sobre papel alumínio, plásticos, etc.

COMO SERVIR AOS PEIXES?

Previamente podemos descongelar a pasta, isto deverá ser feito a temperatura de refrigeração, isto é entre 0ºC e 5ºC, para isso nada melhor que deixar a pasta no interior do refrigerador até que volte a adquirir sua textura original. Se a pasta foi bem preparada, não deverá aparecer líquido. A pasta já descongelada poderá ser servida diretamente aos peixes ou (como eu estou acostumado a fazer) unto uma pequena quantidade em recipientes planos redondos (obs: as tampas dos frascos de geléia ou outros menores) de um diâmetro aproximado de 5 a 10 cm. e desta maneira, quando os peixes se acostumam (costumam fazer rapidamente) comem-na sem espalhar pelo fundo. Não obstante, se houver muitos peixes, o recipiente é pequeno e gostam de muito, amontoam-se sobre a massa formando um redemoinho que dispersa a massa pelo fundo, a verdade que neste caso, isto não costuma ser um problema, já que sua voracidade os levam a procurar e devorar todo o alimento, os restos (em meu caso) são consumidos pelos caracóis e assim todos se satisfazem, certo?.

Dar a massa congelada tem sua vantagem, pois é evitada sua dispersão, entretanto, para evitar problemas intestinais, isto poderá ser feito uma vez que os killis estejam habituados a seu consumo e sera em porções de como mínimo 2 cm2 de superfície por 1 cm de espessura, para que flutue e os peixes irão comendo pelas bordas do bloco que vai descongelando paulatinamente.

PARA FINALIZAR ...

Pouco mais posso e devo acrescentar, a seguir se incluem oito fórmulas das quais só mencionarei que as identificadas como A, B, C, D, e E seriam fórmulas adequadas para completar a dieta em qualquer momento da vida do peixe. As F e H, poderiam ser úteis para servir três dias na semana (dias alternados) durante um mês, já que seu alto conteúdo em gordura criaria reservas no peixe que permitiria suportar o jejum durante uns dias (7 - 15), por exemplo no caso de sair em férias. A fórmula G, é especialmente útil, por seu alto conteúdo protéico no período prévio à época da desova e também pode utilizar-se para alimentar alevinos que nasceram com insuficientes reservas vitelinas.

Sem nada mais a acrescentar, espero que lhes sejam de utilidade, e já sabem que têm a sua disposição no fórum APHANIUS, em minha direção pessoal de correio eletrônico (joser.tauste@teleline.es) ou se não dispõem de acesso a Internet, em meu telefone pessoal 968302317.

PASTA A

PESO DO ALIMENTO (grs.)

PROTEÍNA

GORDURA

FIBRA

ÁGUA

CORAÇÃO BOVINO (ou carne magra bovina)

100

15,4

7,1

0,0

76,0

OVO INTEIRO

30

3,8

3,3

0,0

22,9

LEITE EM PÓ

10

2,6

2,6

0,0

1,0

LULA

20

5,3

0,3

0,0

12,7

MERLUZA (ou qualquer pescado branco)

80

12,7

2,2

0,0

64,4

ALHO

10

0,5

0,0

0,1

7,0

CENOURA

20

0,2

0,0

0,3

17,7

ERVILHA

10

0,5

0,0

0,8

7,7

ESPINAFRE

20

0,5

0,1

0,5

17,9

TOTAL GRAMAS PASTA

300

41,5

15,8

1,6

227,4

% DE NUTRIENTES EM 100 gr DE PASTA

13,8

5,3

0,5

75,8

PASTA B

PESO DO ALIMENTO (grs.)

PROTEÍNA

GORDURA

FIBRA

ÁGUA

CORAÇÃO BOVINO (ou carne magra bovina)

120

18,48

8,52

0,00

91,20

OVO INTEIRO

30

3,75

3,33

0,00

22,92

MERLUZA (ou qualquer pescado branco)

100

15,90

2,80

0,00

80,50

ALHO

5

0,27

0,02

0,06

3,52

CENOURA

10

0,09

0,02

0,13

8,87

ERVILHA

10

0,53

0,04

0,78

7,65

ESPINAFRE

25

0,65

0,08

0,57

22,40

TOTAL GRAMAS PASTA

300

39,665

14,8

1,527

237,055

% DE NUTRIENTES EM 100 gr DE PASTA

13,22

4,93

0,51

79,02

PASTA C

PESO DO ALIMENTO (grs.)

PROTEÍNA

GORDURA

FIBRA

ÁGUA

CORAÇÃO BOVINO (ou carne magra bovina)

100

15,40

7,10

0,00

76,00

LEITE EM PÓ

20

5,20

5,20

0,00

2,00

MEXILHÃO

5

0,54

0,10

0,00

4,27

CAMARÃO-ROSA

20

4,02

0,28

0,00

15,70

SARDINHAS (ou qualquer pescado azul)

50

9,05

3,75

0,00

36,55

MERLUZA (ou qualquer pescado branco)

70

11,13

1,96

0,00

56,35

CEBOLA

25

0,35

0,05

0,32

23,05

CENOURA

10

0,09

0,02

0,13

8,87

TOTAL GRAMAS PASTA

300

45,78

18,455

0,4445

222,79

% DE NUTRIENTES EM 100 gr DE PASTA

15,26

6,15

0,15

74,26

PASTA D

PESO DO ALIMENTO (grs.)

PROTEÍNA

GORDURA

FIBRA

ÁGUA

CORAÇÃO BOVINO (ou carne magra bovina)

100

15,40

7,10

0,00

76,00

OVO INTEIRO

60

7,50

6,66

0,00

45,84

LEITE EM PÓ

10

2,60

2,60

0,00

1,00

CAMARÃO-ROSA

30

6,03

0,42

0,00

23,55

MERLUZA (ou qualquer pescado branco)

50

7,95

1,40

0,00

40,25

ALFACE (parte verde)

50

0,75

0,15

0,54

47,65

TOTAL GRAMAS PASTA

300

40,23

18,33

0,535

234,29

% DE NUTRIENTES EM 100 gr DE PASTA

13,41

6,11

0,18

78,10

PASTA E

PESO DO ALIMENTO (grs.)

PROTEÍNA

GORDURA

FIBRA

ÁGUA

CORAÇÃO BOVINO (ou carne magra bovina)

100

15,4

7,1

0,0

76,0

GEMA DE OVO

30

4,9

9,0

0,0

15,6

MEXILHÃO

40

4,3

0,8

0,0

34,2

CAMARÃO-ROSA

25

5,0

0,4

0,0

19,6

MERLUZA (ou qualquer pescado branco)

40

6,4

1,1

0,0

32,2

SPIRULINA (pó dietético)

5

3,3

0,4

0,5

0,3

CENOURA

10

0,1

0,0

0,1

8,9

ESPINAFRE

50

1,3

0,2

1,1

44,8

TOTAL GRAMAS PASTA

300

40,7

18,9

1,7

231,5

% DE NUTRIENTES EM 100 gr DE PASTA

13,6

6,3

0,6

77,2

PASTA F

PESO DO ALIMENTO (grs.)

PROTEÍNA

GORDURA

FIBRA

ÁGUA

CORAÇÃO BOVINO (ou carne magra bovina)

200

30,8

14,2

0,0

152,0

FÍGADO DE FRANGO

75

15,60

3,00

0,00

53,03

AZEITE DE SALMÃO (cápsulas dietéticas)

10

2,60

6,50

0,00

0,05

SPIRULINA (pó dietético)

10

6,5

0,7

0,9

0,5

ALHO

5

0,27

0,02

0,06

3,52

TOTAL GRAMAS PASTA

300

55,8

24,4

1,0

209,1

% DE NUTRIENTES EM 100 gr DE PASTA

18,6

8,1

0,3

69,7

PASTA G

PESO DO ALIMENTO (grs.)

PROTEÍNA

GORDURA

FIBRA

ÁGUA

MEXILHÃO

50

5,4

1,0

0,0

42,7

LULA

25

4,25

0,33

0,00

20,30

CAMARÃO

25

6,63

0,40

0,00

15,93

CAMARÃO-ROSA

25

5,0

0,4

0,0

19,6

SARDINHAS (ou qualquer pescado azul)

50

9,05

3,75

0,00

36,55

MERLUZA (ou qualquer pescado branco)

100

15,9

2,8

0,0

80,5

AZEITE DE SALMÃO (cápsulas dietéticas)

10

2,60

6,50

0,00

0,05

SPIRULINA (pó dietético)

10

6,5

0,7

0,9

0,5

ALHO

5

0,27

0,02

0,06

3,52

TOTAL GRAMAS PASTA

300

55,6

15,8

1,0

219,7

% DE NUTRIENTES EM 100 gr DE PASTA

18,5

5,3

0,3

73,2

PASTA H

PESO DO ALIMENTO (grs.)

PROTEÍNA

GORDURA

FIBRA

ÁGUA

OVO INTEIRO

180

22,50

19,98

0,00

137,52

LEITE EM PÓ

20

5,20

5,20

0,00

2,00

AZEITE DE SALMÃO (cápsulas dietéticas)

10

2,60

6,50

0,00

0,05

SPIRULINA (pó dietético)

20

13,0

1,4

1,8

1,0

ALHO

10

0,53

0,03

0,11

7,03

CEBOLA

20

0,28

0,04

0,25

18,44

BANANA

40

0,48

0,12

0,77

30,04

TOTAL GRAMAS PASTA

300

44,6

33,3

2,9

196,1

% DE NUTRIENTES EM 100 gr DE PASTA

14,9

11,1

1,0

65,4


Texto traduzido do original em espanhol, mantendo-se, o mais fiel possível, a formatação e idéia originais.
Trabalho efetuado pela equipe da KilliHouse com a devida autorização do autor.
desde já a KilliHouse agradece ao Sr. José Ramón Tauste Carrión.