Tanzania 1998.


Loc. " Mombo, TAN 98/1"

Na Primavera de 1997, durante a Convenção de Marcinelle (AKFB), na Bélgica, Mike Agnew e John Rosenstock decidiram que era a vez deles fazerem uma expedição a Tanzânia para capturas. Já na Dinamarca, John me havia perguntado se eu gostaria de me juntar a eles para tal. Depois de ponderar - principalmente a questão economica, e como eu desejava há muito tempo fazer uma tal viagem - eu disse que sim. Brian Watters também se juntou. Após muitas conversações por telefone, e por e-mail, terminamos os preparativos para a expedição.  

Finalmente, a 16 de Maio de 1998, sábado de manhã, Brian Watters, Mike Agnew e eu, encontramo-nos no aeroporto de Schiphol, em Amsterdã. Juntos, voamos pela KLM para o aeroporto de Kilimanjaro, ao norte da Tanzânia, perto de Arusha. 

Nothobranchius vosseleri " Mombo, TAN 98/1" No domingo, pela manhã, depois de uma noite no Hotel "Mountain Village" - fora de Arusha - nós fomos para Mellemfolkeligt Samvirke (MS), Associação Dinamarquesa para Cooperação Internacional, centro de preparação na Tanzânia (MS TCDC), a leste de Arusha para conhecer John Rosenstock. Ele tinha estado na Zâmbia, nas últimas duas semanas (viaja como funcionário) e também chegou à Tanzânia no sábado, dia 16 de Maio.
O nosso plano era contratar um carro à "MS TCDC". Devido a enganos, o motorista esteve ausente e não regressaria antes de domingo à noite. Então, aproveitamos o dia para planejar a nossa expedição. Tem chovido muito na África leste, por causa do "El Niño"; desapareceram pontes e estradas. Mais tarde, verificaríamos isso muitas vezes. 

Na segunda-feira, dia 18 de Maio, levamos os materiais para Arusha e começamos a procura de Nothobranchius.
Os primeiros dias foram gastos na parte nordeste da Tanzânia - principalmente na área em redor de Arusha e com viagens às estepes Masai. Também visitamos a localidade de Manyara. Apesar das buscas persistentes, em muitos locais promissores, não capturamos nenhum Nothobranchius. Na localidade de Manyara, capturamos barbos e ciclídeos - espécies que nem Brian nem John, tinham capturado antes naquele lugar. Mas nenhum Nothobranchius. Brian pensou que os Nothobranchius, simplesmente, haviam sido levados pela chuva forte.
Nothobranchius vosseleri " Mombo, TAN 98/1" Em dois locais nesta área visitamos escritórios de uma organização Masai. Em ambos os lugares, as pessoas foram muito hospitaleiras e estavam muito interessadas no que os "Mzungu" (europeus) andavam a fazer. Os Masai sabiam onde havia peixes, mas os locais ou eram muito longe, ou impossíveis de alcançar por causa da água que era muita. Nem mesmo com um Masai como guia fez com que encontrassemos qualquer Nothobranchius

Quinta-feira, 18 de Maio, alcançamos Mombo. Foi-nos dito que a estrada para o aeroporto tinha sido levada pela água, mas não obstante chegamos ao lugar que provavelmente é o local típico para N. vosseleri. Finalmente, capturamos o nosso primeiro Nothobranchius
N. vosseleri "Mombo, TAN 98/1". Aparentemente, havia muitos peixes e logo tínhamos capturado os necessários. 
Em seguida paramos em "Mombo, TAN 95/19", localidade ao sul de Mombo, para conseguir uma posição GPS; não fomos capturar.

Loc. " Machimboni, TAN 98/2" Partimos então para Tanga, onde decidimos ficar as duas noites seguintes. 

O dia seguinte foi dedicado à procura de Nothobranchius em Umbra, estepe a noroeste de Tanga. Já na orla de Tanga, Brian pescaria em algumas pequenas lagoas perto de um rio. Em 1995, Brian, Ian Sainthouse e Ruud Wildekamp haviam capturado Pantanadon podoxys nesta localidade. Imediatamente, algumas pessoas locais apontaram uma mancha. Elas apontaram para a superfície e disseram "Mombo, mombo". O nosso motorista disse-nos que aquilo significava "crocodilo". Nós não vimos o "crocodilo" e, infelizmente, nem um Pantonodon podoxis. Porém, Brian capturou algumas percas-vidro.
A noroeste de Tanga, perto de Machimboni, capturamos Nothobranchius novamente - nesta ocasião, N. melanospilus e N. palmqvisti. Infelizmente, os N. palmqvisti estavam em má condição e pareciam doentes. Mais tarde perderíamos a maioria deles, dos 12 casais só um macho e três fêmeas estavam com vida quando deixamos a Tanzânia. Afortunadamente, tivemos mais sucesso com os N. melanospilus desta localidade - e além disso, com os peixes das outras localidades. Esta localidade ficou com o nome de "Machimboni, TAN 98/2".  
Infelizmente, não pudemos atravessar o Rio Umba, novamente por causa da água. Tivemos de regressar a Tanga pela mesma estrada.

Nothobranchius melanospilus " Machimboni, TAN 98/2"
Nothobranchius melanospilus " Machimboni, TAN 98/2"
Nothobranchius melanospilus " Chalinze, TAN 98/4" No dia seguinte fomos de novo para oeste. Entre Segara e Korogwe, próximo de Mandera, voltamos a capturar N. vosseleri, num charco junto à margem da estrada. A este local atribuímos o nome de "Mandera, TAN 98/3".
Em Karogwe, deixamos a estrada principal e viramos para Handeni, para dirigirmo-nos ao sudoeste de Morogoro. No caminho para Handeni, pescamos em varios locais mas sem sucesso. Em Handeni, soubemos que era impossível alcançar o sudoeste porque a ponte havia sido arrastada pelas águas. Então, de Handeni tivemos de nos dirigir para Magamba e Mkata a fim de regressar à estrada principal novamente.  
Só paramos numa pequena poça barrenta formada por um tubo de escoamento de água, por debaixo da estrada. Aqui, capturamos N. melanospilus (em Abril de 1989, John tinha capturado N. melanospilus na área circundante de Chalinze). O local foi nomeado de "Chalinze, TAN 98/4".
Nothobranchius melanospilus " Chalinze, TAN 98/4" Na nossa deslocação para Morogoro, passamos por muitos locais promissores onde era provavel existir N. melanospilus. Mas, começou a fazer-se tarde e tivemos de nos dirigir diretamente para Morogoro. Ficamos instalados no Hotel "Morogoro". Novamente durante duas noites, como haviamos planejado, para ocupar o dia seguinte na área oeste de Morogoro. O Hotel era algo especial. O edifício principal é uma casa circular, aberta e grande, e em todos os lugares havia gafanhotos atraídos pela luz. À noite funcionava uma discoteca muito ruidosa. As camas eram muito pequenas. No hotel havia uma piscina, provavelmente sem água nos últimos 10-15 anos. No restaurante, 90% do que estava anunciado no cardapio não estava disponível. Se não, era um lugar muito acolhedor. 

O Domingo foi passado na área oeste de Morogoro. Fomos primeiro para Kimamba e então para noroeste, pela estrada principal entre Morogoro e Dodoma. Pelo caminho, pescamos em muitos locais. Encontramos N. melanospilus em nove locais, mas não trouxemos nenhum peixe connosco. Verificamos a localização com GPS e tiramos algumas fotos para ampliar as manchas no "Notho-mapa". John sugeriu que atribuíssemos à expedição o nome de "Melanospilus expedition 1998". Entre outras coisas, procuramos N. steinforti, mas como a área também tinha sido muito alagada e apesar da procura intensa, não tivemos sucesso em encontrar algum exemplar. Regressamos ao Hotel "Morogoro", de mãos vazias. A noite era passada a mudar a água das capturas anteriores.  

Nothobranchius neumanni " Bahi, TAN 98/6" No dia seguinte, fomos os pupilos ocidentais. A hora do almoço chegamos a Dodoma. Seguimos para sul de Iringa para capturar na localidade de "Chipogola". Depois de alguma procura, conseguimos o sucesso de achar a localidade de "Chipogola". Mas, primeiro, a estrada estava sendo reconstruída mais a frente, longe do lago, o que dificultou a aproximação. Segundo, o lago estava enorme devido as fortes chuvadas. Entretanto, tentamos capturar mas não encontramos nenhum N. neumanni. Pelo caminho de regresso a Dodoma, tentamos em alguns locais mas também sem sucesso. Em Dodoma, ficamos no Hotel "Dodoma" , novamente por duas noites. Embora o hotel devesse ser o melhor da cidade, não era ... mas era barato.  
 
 

Nothobranchius neumanni " Bahi, TAN 98/6" Terça-feira, 26 de Maio, dedicamos o dia a área a oeste de Dodoma. Três quilometros a oeste de Bahi, capturamos o nosso primeiro Nothobranchius do dia, num charco bastante fundo, com ligação a uma lagoa do outro lado da estrada, através de um cano de escoamento de água. Capturamos N. taeniopygus e N. neumanni. Apesar das buscas intensas neste local, apanhamos poucos exemplares e não encontramos nenhuma diferença nas fêmeas. O local foi nomeado de "Bahi, TAN 98/5". Três quilometros mais a oeste, encontramos novamente Nothobranchius, o charco era raso e largo, do lado norte da estrada. Aqui, capturamos N. neumanni. Em 1995, haviam sido capturados N. neumanni em "Bahi Swamp", por John, entre outros, mas nunca foi fixado no "hobby" com sucesso. Neste local, encontramos muitos peixes e logo capturamos o número de exemplares necessários. Agora, só nos resta esperar que estes peixes sejam fixados no "hobby". O local foi nomeado de "Bahi, TAN 98/5".
Três quilometros mais a oeste, encontramos novamente Nothobranchius, o charco era raso e largo, do lado norte da estrada. Aqui, capturamos N. neumanni. Em 1995, haviam sido capturados N. neumanni em "Bahi Swamp", por John, entre outros, mas nunca foi fixado no "hobby" com sucesso. Neste local, encontramos muitos peixes e logo capturamos o número de exemplares necessários. Agora, só nos resta esperar que estes peixes sejam fixados no "hobby". O local foi nomeado de "Bahi, TAN 98/5".

Nothobranchius neumanni " Bahi, TAN 98/6" Pescamos em vários locais na área oeste de Dodoma e também achamos um outro local com Nothobranchius. Aqui, capturamos um macho de N. neumanni e além disso uma espécie de Nothobranchius que, provavelmente, é desconhecida. Nenhuma diferença foi observada nas fêmeas. A procriação seguinte mostrará se ha fêmeas de ambas as espécies. O local foi nomeado de "Tangawizi, TAN 98/7".
No hotel, o jantar foi um desastre: o peixe parecia rolo francês, a carne de porco era dura e impossível de comer, as batatas fritas estavam cruas e a banana como sobremesa era quase negra. A única coisa que se aproveitava era a cerveja. Passamos a noite a mudar a água dos peixes capturados.

Nothobranchius spec. " Tangawizi, TAN 98/7"
Nothobranchius spec. " Tangawizi, TAN 98/7"
Na Quarta-feira, pela manhã, carregamos o carro com toda a nossa bagagem pela última vez. Tínhamos decidido ir para Dar es Salaam e lá começamos os últimos dias da nossa viagem. Fomos de Dodoma para Mlandizi só com algumas interrupções - uma distância de cerca de 430 quilometros. De Mlandizi fomos para sul, para Mzenga. A sul da linha férrea de Mzenga, capturamos N. melanospilus - desta vez, um belo exemplar vermelho que muito gostamos de tê-lo trazido, claro. O local foi nomeado de "Kikongo, TAN 98/8".
Um pouco mais adiante, para sul, pescamos novamente. Aqui o lago era bastante grande, com água um pouco rasa, com erva alta e alguns arbustos junto as margens. Capturamos N. melanospilus e também N. janpapi. Deste local, só trouxemos conosco os N. janpapi e atribuímos ao local o nome de "Kikongo, TAN 98/9". 
Como era cedo, fomos para Dar es Salaam, onde ficamos alojados até ao final da nossa viagem.
Nothobranchius melanospilus " Kikongo, TAN 98/8"
Nothobranchius melanospilus " Kikongo, TAN 98/8"
Loc. " Jaribu, TAN 98/10" No dia seguinte, rumamos para Ndundu, ao sul do Rio Rufiji (Rufiji River). Tinhamos decidido atravessar o Rio Rufiji para pescar ao sul, localidade a norte de "Kikongo, TAN 98/9", onde Cooper, Wildekamp e Watters, em 1997 capturaram a espécie recentemente descrita como N. fuscotaeniatus.
A primeira parada para pescar, foi num lago ligado a um pequeno rio não muito distante da aldeia de "Jaribu". No lago, capturamos Aplocheilichtys kongoranensis presentes nos baixios bastante grandes daqui. O local foi denominado "Jaribu, TAN 98/10".
Aplocheilichtys kongoranensis " Jaribu, TAN 98/10"
Aplocheilichtys kongoranensis " Jaribu, TAN 98/10"
Loc. " Ruhoi River, TAN 98/11" Continuamos a viagem para sul e junto ao Rio Ruhoi (Ruhoi River) paramos para pescar. A pouca distancia da estrada, entre árvores, arbustos e erva alta achamos uma pequena poça (4 x 2 metros e 20-25 cm de profundidade). O primeiro Nothobranchius foi capturado muito depressa. Pouco tempo depois tínhamos capturado N. melanospilus, N. janpapi, N. eggersi, N. annectens, N. ocellatus, Aplocheilichtys kongoranensis, Ctenopoma muriei, juntamente com barbos e ciclídeos - porém, só alguns exemplares de cada espécie, e provavelmente por causa dos N. ocellatus. O John comentou que mais parecia um aquário de um novato, com dois peixes de uma espécie e três de outra. O local era fascinante, com cinco espécies de Nothobranchius na mesma poça e eu tive oportunidade de visitar um verdadeiro local de N. ocellatus. Tivemos sucesso em capturar três machos e duas fêmeas de N. ocellatus, quatro Ctenopoma muriei e a um metro e meio da poça achamos outra poça muito rasa (1 x 0,3 metros e 2-3 cm de profundidade, encoberta por erva alta), onde alguns N. eggersi se tinham refugiado dos predadores. Desta localidade, trouxemos estas três espécies. Das restantes espécies que tivemos sucesso em encontrar alguns exemplares, não trouxemos nenhum conosco. Ao local atribuímos o nome de "Ruhoi River, TAN 98/11".
Nothobranchius ocellatus " Ruhoi River, TAN 98/11"
Nothobranchius ocellatus " Ruhoi River, TAN 98/11"
Loc. " Ruhoi River, TAN 98/11"
Ctenopoma muriei " Ruhoi River, TAN 98/11"
Nothobranchius eggersi " Ruhoi River, TAN 98/11"
Seguimos viagem mas a cerca de 20 quilometros a norte do Rio Ruhoi a estrada havia desaparecido. Foi nos dito que só poderíamos continuar com um trator e que a balsa tinha parado por causa das inundações. Aborrecidos, tivemos de voltar para trás.
No regresso para Dar es Salaam, paramos para pescar a alguns quilometros a sul da nossa localidade 11. Era uma área inundada com erva alta, ligada a algum canal de drenagem, ou a um charco grande. Aqui capturamos, novamente, N. eggersi, N. annectens, N. melanospilus, N. janpapi, Aplocheilichtys kongoranensis, Ctenopoma muriei, barbos e ciclídeos. Infelizmente, nenhum N. ocellatus. Capturamos muitos N. eggersi, N. annectens e Ctenopoma muriei para trazer conosco. Dos restantes, capturamos mais alguns exemplares. Chamamos o local de "Ruhoi River, TAN 98/12". Regressamos, então, a Dar es Salaam.
Nothobranchius eggersi " Ruhoi River, TAN 98/12"
Nothobranchius eggersi " Ruhoi River, TAN 98/12"
Nothobranchius annectens " Ruhoi River, TAN 98/12"
Nothobranchius annectens " Ruhoi River, TAN 98/12"
No dia seguinte, fomos para sul novamente. Desta vez a procura de N. luekei. Encontramos logo o local em "Mbezi River", mas nenhum N. luekei. Apenas capturamos alguns machos de N. rubripinnis, alguns lampeyes, alguns elephantfishes do genero Mormyridia e também duas espécies de ciclídeos. De uma das espécies, eu trouxe alguns jovens. Pareceram-me ser Astatotilapia bloyti
Astatotilapia bloyeti " Mbezi River, TAN 98"
Astatotilapia bloyeti " Mbezi River, TAN 98"

Loc. " Soga, TAN 98/14" A sul de "Mbezi River" pescamos novamente e desta vez capturamos alguns N. albimarginatus. Porém, não trouxemos nenhum porque nos foi indicado um outro local onde havia mais peixes. Rapidamente, encontramos o local, uma poça rasa com muitos lírios d'água. Neste local capturamos N. albimarginatus e também N. annectens. Nomeamos o local "Kiparagande, TAN 98/13", fica depois da aldeia, próximo de Kiparagande.
Então, decidimos rumar para Soga, a oeste de Dar es Salaam, onde se situa o local típico do N. foerchi. Só a sul da aldeia de Soga é que nós pescamos novamente num lago bastante grande cheio de lírios d'água. Próximo de um banco de areia do lago, capturamos N. foerchi, N. janpapi e alguns N. melanospilus. Mas, não trouxemos nenhum N. melanospilus. Atribuímos ao local o nome de "Soga, TAN 98/14".
Agora que a pescaria tinha chegado ao fim nesta expedição e tivemos de regressar a Dar es Salaam como era necessário. A noite foi passada no hotel a mudar a água de todos os peixes que havíamos capturado.

Nothobranchius foerschi " Soga, TAN 98/14"
No sábado, dia 30, conferimos todos os peixes e trocamos a água de alguns peixes que apesar do esforço do dia anterior não havíamos feito. Dividimos os peixes entre nós, quase 400 killifishes, glassperches, barbos, guppies, Ctenopoma muriei e Astatotilapia bloyeti. Capturas bastante agradáveis. Cada um de nós acondicionou os seus próprios peixes para a viagem de regresso a casa. Levei três horas e meia para reencaixotar todos os meus peixes, exatamente 100 exemplares. Vesti-me e fizemos uma despedida com cerveja no restaurante, antes de chegar Abdallah, o motorista que deveria levar ao aeroporto a mim, Brian e ao Mike. John não regressaria antes da manhã seguinte.
No avião para Amsterdã tentamos dormitar um pouco e no domingo o Brian madrugou. Mike e eu, dissemos adeus no aeroporto de Shipol. À hora do almoço eu estava já em casa e comecei a deixar sair os peixes, uma experiência fantástica e mais rica em peixes. Viajamos cerca de 4.100 quilometros na Tanzânia, principalmente, por estradas de terra cheias de buracos onde foram capturados Nothobranchius.

Nothobranchius foerschi " Soga, TAN 98/14" Todos os meus 100 exemplares de peixes sobreviveram à viagem, chegando bem à minha casa.

Copyright © 1998-1999 Finn Larsen, All Rights Reserved
Tradução e Publicação autorizada pelo Autor
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